NOTA DE REPÚDIO

Nota de Repúdio

O SINDICATO DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – SINTAUERN, através de sua diretoria, vem à público externar NOTA DE REPÚDIO aos atos praticados pelas forças de segurança do Estado do Rio Grande do Norte no ato de desocupação praticado no dia 24.11.2017.

É lamentável e de total repúdio as agressões gratuitas e desmotivadas provocadas pela polícia contra os servidores da saúde, estudantes e professores da UERN que se encontravam no seu legítimo exercício do direito de greve.

Esse dia entrará para a história como mais um fatídico dia em que a classe trabalhadora se viu humilhada e marginalizada por lutar por seu direito não só a um salário digno, mas sim ao direito basilar de receber o seu salário e viver de forma digna.

As agressões sofridas ontem causariam inveja às repressões sofridas pelos trabalhadores durante a ditadura militar, não sendo, nem ao longe, espelho que possamos acreditar viver em um Estado Democrático de Direito.

Não é necessário discorrer sobre o descumprimento de normas internacionais (Convenção nº 151, da OIT), a Constituição da República, entre tantas outras normas internas que asseguram o regular exercício do direito de greve e os direitos que por meio dela que devem ser buscados, devendo ser salientado que há diversas decisões judiciais que determinam o pagamento regular dos salários e que permanecem descumpridas por vários meses.

Nos causa ainda mais repulsa que tais atos tenham partido de policiais que se encontram em situação degradante e similar aos servidores que lá estavam, agredindo de forma gratuita seus pares (servidores públicos), no afã de proteger a irresponsabilidade política que culmina com o total estado de calamidade econômica vivenciado no país.

A luta deve continuar e precisamos voltar a viver uma normalidade democrática calcada na supremacia da Constituição e na busca do seu cumprimento, deixando para serem esquecidos atos como o de ontem, que nos indignam e, ao mesmo tempo, envergonham toda a sociedade, não reconhecendo nos seus professores e servidores o real sentido do aprendizado e de progresso social.

O SINDICATO DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE exige o respeito à todos os servidores do Estado, especialmente àqueles que se encontravam no ato de ontem, repudiando todas as tentativas de desqualificar o movimento e seus partícipes que, dignamente, lutam e continuam lutando por garantias e direitos mínimos aos servidores públicos.

Diretoria – SINTAUERN

Nota de Pesar

Nota de Pesar

O Sindicato dos Técnico-Administrativos (Sintauern) lamenta o falecimento, nesta última terça-feira, 30 de maio de 2017, do servidor Valdir Gomes de Oliveira.

A Diretoria apresenta condolências aos familiares nesta hora de profundo pesar.

NOTA DE REPÚDIO

Nota de Repúdio

O Sindicato dos Técnico-Administrativos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – Sintauern, vem a público manifestar seu repúdio as declarações de algumas pessoas externadas recentemente em redes sociais no intuito de denegrir a categoria e macular a imagem de alguns servidores.

Quando falamos em segmentos de uma Universidade, logo lembramos dos dois que são os pontos essenciais para a sua existência: docentes e discentes. Eles são os protagonistas irrefutáveis do universo acadêmico e possuem todo o respeito e admiração por parte de todos aqueles que acreditam numa sociedade melhor.

Dito isto, é sempre bom ressaltar sobre um terceiro segmento que também faz parte da Academia. Aquele que quase não é lembrado, mas em silêncio faz com que a máquina acadêmica funcione satisfatoriamente para entregar a sua atividade-fim aos demais: os técnicos administrativos.

Diferente do que muitos pensam, a maioria das pessoas que escolheram fazer concurso para esse cargo, o fizeram por se identificarem com a área. A opção em ser técnico não é falta de conhecimento para se concorrer a outro cargo, é simplesmente uma escolha individual baseada nos seus anseios pessoais. Não há qualquer complexidade para se entender isso.

Dentro da Academia precisamos de secretários, assessores, contadores, advogados, jornalistas, bibliotecários e tantas outras funções técnicas para que possamos fazê-la funcionar. No dia a dia, trabalhamos incansavelmente e, apesar dos percalços, entregamos um trabalho em que se prima pela qualidade e responsabilidade.

No período atual, em meio a campanha para a reitoria da UERN, nos deparamos com alguns discursos e outras ações que causam indignação entre a categoria técnica. O desrespeito e desconhecimento que são demonstrados pelas redes sociais deveriam envergonhar todos aqueles que fazem parte não só da Academia quanto de toda a sociedade em geral.

Não é admissível que pessoas instruídas ainda acreditem que exista uma hierarquia entre professores e técnicos, considerando os últimos, necessariamente, de menor importância quando comparados com os primeiros no que se refere ao funcionamento da Universidade. Não é concebível o ataque indevido por ganhos que recebemos de forma legal e honesta.

Ao vermos algumas postagens tentando menosprezar pessoas em razão dos cargos ou funções que exercem na administração nos recusamos a silenciar. São colegas, amigos, conhecidos, que se sentem ofendidos, com absoluta razão, quando são chamados de “voto de cabresto”, aliciados, irresponsáveis e tantos outras formas de evidente desrespeito e que buscam tão somente denegrir a categoria. Diminuem a capacidade de discernimento das pessoas, seu direito de escolha e sua integridade apenas com o intuito de diminuí-las, julgando-as a partir do cargo que optaram por trabalhar.

Os valores salariais recebidos pelos profissionais injustamente expostos e denegridos em sua honra, são e sempre foram recebidos na absoluta legalidade, advindo de gratificações e incentivos decorrentes de capacitação profissional, tempo de serviço ou decisão judicial, inexistindo qualquer mácula em receber dignamente os seus proventos de forma lícita.

Temos consciência que esse período eleitoral passará, mas que muito do que foi exposto ficará, pois determinadas situações não são facilmente esquecidas. As palavras proferidas nem sempre encontram o vento para levá-las, ficando encravadas nas mentes dos ofendidos.

Conclamamos que os discentes, docentes e demais servidores analisem bem antes de falar ou expor algum colega a uma situação vexatória. Todos buscamos o melhor para a nossa segunda casa, que é a Universidade, mesmo que pensemos diferentes e o sindicato seguirá firme na luta e defesa dos servidores técnicos administrativos, repudiando e adotando todas as medidas necessárias para a responsabilização dos eventuais envolvidos.

Diretoria do SINTAUERN